TV Assembleia de Alagoas – Gestor do IDII fala sobre autobiografia de D. Isabel

A jornalista Isa Farias, que comanda o programa TV Cidadã — do canal institucional da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas —, entrevistou hoje o gestor do IDII sobre os projetos do Instituto e seus trabalhos enquanto indigenista da Funai.

Bruno de Cerqueira explicou, ainda, o neoabolicionismo e suas dimensões de resgate histórico-cultural e retomada social do(s) abolicionismo(s).

Confira:

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TV Senado – A perda do acervo do Museu Nacional

O programa Cidadania, da TV Senado, entrevistou o gestor do IDII e a antropóloga Luísa Molina, da Universidade de Brasília, sobre a tragédia que se abateu sobre o País com a perda irreparável da maior parte do acervo do Museu Nacional.

Confira:

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JMTV – A solidariedade dos maranhenses ao Museu Nacional

Um grupo de adolescentes e jovens estudantes realizou “abraçasso” hoje em São Luís do Maranhão, em homenagem ao Museu Nacional.

O “Grupo de Estudos Monárquicos 17 de Novembro”, citado na reportagem, inclui membros do IDII local e se destina a estudar e glorificar os negros que foram assassinados em decorrência da “Proclamação da República” em 17.11.1889, em São Luís.

Vídeo: https://globoplay.globo.com/v/6996296/?utm_source=facebook&utm_medium=share-player-desktop

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NOTA DO IDII SOBRE O MUSEU NACIONAL

O que fizemos ao Museu da Nação?

Destruímos o Museu da Nação.

Agora aparecerão mil especialistas, evidentemente vários não especialistas entre eles, para dizer o que se perdeu, em matéria de objetos e memorablia. Não se sabe o que se perdeu.

O Brasil ateou fogo ao seu Museu.

D. Pedro II e D. Isabel, que nasceram naquele palácio, mas também a mãe do primeiro e avó da segunda, D. Maria Leopoldina, que assinou o “decreto” da Independência do país — ata do Conselho de Estado — naquela Quinta da Boa Vista, no mesmíssimo dia em que o prédio ardeu em chamas (02 de setembro de 1822) acreditavam que somos um país abençoado. E se eles estiverem errados e formos o extremo oposto disso?

O Museu da Nação não padeceu somente porque o Presidente Juscelino Kubitschek visitou-o e depois inaugurou a Ilha Brasilis, inaugurando também o costume presidencial de relegar a baratas e cupins os infindáveis prédios históricos do Rio de Janeiro; ele padeceu, também, porque boa parte dos brasileiros atuais aceita, corrobora e inconscientemente apoia a destruição da cultura nacional.

Brasileiros adoramos terceirizar a culpa. Eis um esporte nacional não declarado. Não fazemos quase nada pela Nação, por sua História. Não damos um centavo ou dia de trabalho pelas instituições históricas e culturais. As manchetes dos jornais reproduzirão o Brasil. A culpa será sempre de Fulano, de Sicrano ou de Beltrano.

Que as labaredas do palácio-museu tenham levado consigo a purgação de muitas culpas desta Nação, tal como ocorria em algumas das culturas de que ele era repositório.

Que o Museu da Nação, nascido em 1818 e falecido em 2018, possa perdoar o Brasil e os brasileiros pelo seu trágico fim.

Brasília, 03 de setembro de 2018.

Bruno da Silva Antunes de Cerqueira

Presidente

João Pedro de Saboia Bandeira de Mello Filho

Vice-Presidente

William Rezende Quintal

Secretário

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Gestor do IDII palestra na OAB-DF sobre a vida e a obra do Min. João Mendes de Almeida Junior

O Prof.  Bruno Antunes de Cerqueira participou hoje do evento “Memórias Subterrâneas: lembranças e esquecimentos na História do Brasil”, organizado pela Comissão da Memória e da Verdade da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Distrito Federal (OAB/DF).

O presidente da Comissão, Dr. Alisson Rafael Lopes, também historiador, saudou Antunes de Cerqueira e o outro membro da mesa, Prof. Paulo Parucker, consultor legislativo da Câmara do Distrito Federal e membro da Comissão da Memória e da Verdade da Universidade de Brasília (Comissão Anisio Teixeira).

Na ocasião, o gestor do IDII palestrou sobre “O percurso abolicionista, isabelista e pró-indígena de João Mendes de Almeida Junior (1856-1923)”, memorando a trajetória do jurista que dá nome ao maior fórum do País, em São Paulo. Mendes Junior foi ministro do STF entre 1916 e 1922 e é considerado um dos maiores jurisconsultos da história brasileira.

As fotos que seguem são gentileza do Dr. Carlos Inácio Prates, advogado da União e pré-candidato a deputado federal pela Rede-DF.

 

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TV Senado – Historiador relata processo legislativo da aprovação da Lei Áurea, sancionada há 130 anos

Historiador relata processo legislativo da aprovação da Lei Áurea, sancionada há 130 anos

25/05/2018

O historiador Bruno Antunes de Cerqueira fala sobre a Lei Áurea, sancionada há 130 anos. Ele explica o papel do Parlamento na discussão e na aprovação da lei e a reação dos fazendeiros à abolição da escravatura.

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Senado Notícias – Paim destaca os 130 anos da Lei Áurea e aponta racismo estrutural no Brasil

Paim destaca os 130 anos da Lei Áurea e aponta racismo estrutural no Brasil

Da Redação e Da Rádio Senado | 14/05/2018, 15h54 – ATUALIZADO EM 14/05/2018, 16h46

Em pronunciamento nesta segunda-feira (14), o senador Paulo Paim (PT-RS) destacou os 130 anos da abolição da escravatura — a Lei Áurea — celebrado no domingo, 13 de maio.

O parlamentar lembrou que, embora a escravidão tenha sido abolida no Brasil há mais de um século, o racismo ainda faz parte da realidade do país. Ele mencionou os elevados índices de homicídios, que a seu ver têm como causa a desigualdade social e o racismo estrutural, já que a maior parte das vítimas são pessoas pobres e negras.

— Não posso me omitir, não posso me calar diante da banalidade com que se desenrola o genocídio da população, principalmente, negra no Brasil — declarou o parlamentar.

Ele mencionou a taxa de homicídios no Brasil. Dados oficiais apontam que, em 2016, mais de 61 mil cidadãos foram assassinados, sendo 53% das vítimas jovens; 77% pessoas negras e, 93%, do sexo masculino. Paim afirmou que o país marginaliza, extermina e subaproveita o trabalho da população negra e branca pobre.

— É um jogo de perdedores. Todos mundo perde. A violência só aumenta. É impossível dizer quantos músicos excepcionais, quantos cientistas brilhantes, quantos médicos inovadores, quantos intelectuais que poderiam ter mudado o mundo, quantos deles e delas o nosso racismo cotidiano não enterrou nesses sacos plásticos pretos, na vala de indigentes — afirmou o senador, segundo o qual a desigualdade racial viola os direitos humanos de milhões de brasileiros e tem um custo alto para o desenvolvimento econômico do país, com graves consequências humanitárias.

Paim observou ainda que população negra tem, em média, cerca de dois anos a menos de estudos do que a população não negra, que já tem um nível educacional baixo comparado aos países desenvolvidos. Dado que os negros são 55% da população, o Brasil compromete a sua competitividade pela limitação, nesse nível de escolaridade, de negros e brancos pobres.

— Há uma disputa desigual, e, na economia global, nós vamos ficando para trás — disse o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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