Vice-presidente do IDII concede entrevista à TV Comunitária do Rio

Dr. João Pedro de Saboia Bandeira de Mello Filho, Conde de Saboia-Bandeira de Mello, concedeu entrevista ao jornalista Francisco Soriano, presidente da TV Comunitária do Rio de Janeiro (canal 6 da NET), na qual falou sobre seu trabalho como subprocurador-geral da República em Brasília, o movimento por um Ministério Público democrático e aguerrido, os direitos originários congênitos dos povos indígenas às terras que ocupam e diversos outros temas de relevância social e política.

Assista o vídeo:

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TV Assembleia de Alagoas – Gestor do IDII fala sobre autobiografia de D. Isabel

A jornalista Isa Farias, que comanda o programa TV Cidadã — do canal institucional da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas —, entrevistou hoje o gestor do IDII sobre os projetos do Instituto e seus trabalhos enquanto indigenista da Funai.

Bruno de Cerqueira explicou, ainda, o neoabolicionismo e suas dimensões de resgate histórico-cultural e retomada social do(s) abolicionismo(s).

Confira:

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TV Senado – A perda do acervo do Museu Nacional

O programa Cidadania, da TV Senado, entrevistou o gestor do IDII e a antropóloga Luísa Molina, da Universidade de Brasília, sobre a tragédia que se abateu sobre o País com a perda irreparável da maior parte do acervo do Museu Nacional.

Confira:

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JMTV – A solidariedade dos maranhenses ao Museu Nacional

Um grupo de adolescentes e jovens estudantes realizou “abraçasso” hoje em São Luís do Maranhão, em homenagem ao Museu Nacional.

O “Grupo de Estudos Monárquicos 17 de Novembro”, citado na reportagem, inclui membros do IDII local e se destina a estudar e glorificar os negros que foram assassinados em decorrência da “Proclamação da República” em 17.11.1889, em São Luís.

Vídeo: https://globoplay.globo.com/v/6996296/?utm_source=facebook&utm_medium=share-player-desktop

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NOTA DO IDII SOBRE O MUSEU NACIONAL

O que fizemos ao Museu da Nação?

Destruímos o Museu da Nação.

Agora aparecerão mil especialistas, evidentemente vários não especialistas entre eles, para dizer o que se perdeu, em matéria de objetos e memorablia. Não se sabe o que se perdeu.

O Brasil ateou fogo ao seu Museu.

D. Pedro II e D. Isabel, que nasceram naquele palácio, mas também a mãe do primeiro e avó da segunda, D. Maria Leopoldina, que assinou o “decreto” da Independência do país — ata do Conselho de Estado — naquela Quinta da Boa Vista, no mesmíssimo dia em que o prédio ardeu em chamas (02 de setembro de 1822) acreditavam que somos um país abençoado. E se eles estiverem errados e formos o extremo oposto disso?

O Museu da Nação não padeceu somente porque o Presidente Juscelino Kubitschek visitou-o e depois inaugurou a Ilha Brasilis, inaugurando também o costume presidencial de relegar a baratas e cupins os infindáveis prédios históricos do Rio de Janeiro; ele padeceu, também, porque boa parte dos brasileiros atuais aceita, corrobora e inconscientemente apoia a destruição da cultura nacional.

Brasileiros adoramos terceirizar a culpa. Eis um esporte nacional não declarado. Não fazemos quase nada pela Nação, por sua História. Não damos um centavo ou dia de trabalho pelas instituições históricas e culturais. As manchetes dos jornais reproduzirão o Brasil. A culpa será sempre de Fulano, de Sicrano ou de Beltrano.

Que as labaredas do palácio-museu tenham levado consigo a purgação de muitas culpas desta Nação, tal como ocorria em algumas das culturas de que ele era repositório.

Que o Museu da Nação, nascido em 1818 e falecido em 2018, possa perdoar o Brasil e os brasileiros pelo seu trágico fim.

Brasília, 03 de setembro de 2018.

Bruno da Silva Antunes de Cerqueira

Presidente

João Pedro de Saboia Bandeira de Mello Filho

Vice-Presidente

William Rezende Quintal

Secretário

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Gestor do IDII palestra na OAB-DF sobre a vida e a obra do Min. João Mendes de Almeida Junior

O Prof.  Bruno Antunes de Cerqueira participou hoje do evento “Memórias Subterrâneas: lembranças e esquecimentos na História do Brasil”, organizado pela Comissão da Memória e da Verdade da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Distrito Federal (OAB/DF).

O presidente da Comissão, Dr. Alisson Rafael Lopes, também historiador, saudou Antunes de Cerqueira e o outro membro da mesa, Prof. Paulo Parucker, consultor legislativo da Câmara do Distrito Federal e membro da Comissão da Memória e da Verdade da Universidade de Brasília (Comissão Anisio Teixeira).

Na ocasião, o gestor do IDII palestrou sobre “O percurso abolicionista, isabelista e pró-indígena de João Mendes de Almeida Junior (1856-1923)”, memorando a trajetória do jurista que dá nome ao maior fórum do País, em São Paulo. Mendes Junior foi ministro do STF entre 1916 e 1922 e é considerado um dos maiores jurisconsultos da história brasileira.

As fotos que seguem são gentileza do Dr. Carlos Inácio Prates, advogado da União e pré-candidato a deputado federal pela Rede-DF.

 

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TV Senado – Historiador relata processo legislativo da aprovação da Lei Áurea, sancionada há 130 anos

Historiador relata processo legislativo da aprovação da Lei Áurea, sancionada há 130 anos

25/05/2018

O historiador Bruno Antunes de Cerqueira fala sobre a Lei Áurea, sancionada há 130 anos. Ele explica o papel do Parlamento na discussão e na aprovação da lei e a reação dos fazendeiros à abolição da escravatura.

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