EL PAÍS – A história afro-americana finalmente ganha o seu museu

A história afro-americana finalmente ganha o seu museu

 

Instituição, a ser inaugurada pelo presidente Obama, levou um século para virar realidade

Estátua da ativista Clara Brown junto a uma senzala, parte da exposição. CHIP

SOMODEVILLA (AFP) / VÍDEO: REUTERS-QUALITY

Cristina F. Pereda

CRISTINA F. PEREDA

 

Washington 15 SET 2016 – 23:30 CEST

Darkus Burke Freeland recordava que seu pai, Jesse, ganhou um violino do homem a quem pertencia. Seu trabalho como escravo era divertir o seu dono, sua família e seus convidados. Graças a uma doação feita por seus descendentes, o violino agora é parte dos mais de 4.000 objetos que retratam a história e a cultura afro-americanas, no primeiro museu dos EUA dedicado à trajetória dessa comunidade, da escravidão ao Governo Obama.

O Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, a ser inaugurado no próximo dia 24 pelo primeiro presidente afro-americano da história, levou mais de um século para abrir suas portas, desde que em 1915 um grupo de veteranos afro-americanos da Guerra Civil propôs uma iniciativa para preservar suas contribuições à nação. O acervo ficará exposto num lugar privilegiado, a avenida National Mall, em Washington, considerada “o jardim da América”, com cerca de 20 museus dedicados à história do país. Sua missão, nas palavras do seu diretor Lonnie Bunch, é “contribuir para que cada norte-americano, todo mundo, entenda melhor a trajetória dos afro-americanos e como ela mudou a América”.

“A única maneira de corrigir um erro é jogar a luz da verdade sobre ele.” Estas palavras da jornalista e sufragista Ida B. Wells dominam uma das salas do museu e expressam sua missão. Na galeria principal, a poetisa Maya Angelou explica o porquê: “Trazendo os presentes que meus ancestrais me deram, sou o sonho e a esperança do escravo”. E Bunch, o encarregado de tornar realidade o sonho do museu, levou mais de uma década para compilar os traços de uma das histórias mais dolorosas do país, para posteriormente colocá-los sob um mesmo teto.
Cada detalhe da exposição, incluído o fato de o museu ter conseguido se instalar a três quarteirões da Casa Branca, é um eco do poema Eu Também Sou a América, de Langston Hughes: faltava ao National Mall a casa dos afro-americanos. Hoje, esse novo lar acolhe desde estilhaços da vidraça da igreja de Birmingham (Alabama) onde quatro meninas afro-americanas morreram assassinadas por uma bomba em 1963 até o caixão de Emmett Till, adolescente linchado no Mississippi dos anos 1950, passando por um vagão de trem específico para passageiros negros, uma senzala de uma plantação da Carolina do Sul e as algemas usadas para prender um menino escravizado.

“Recordar não é suficiente, devemos usar a história para confrontar seu passado racista, a escravidão, mas também os momentos de alegria, esperança e resistência que definiram esta comunidade”, acrescentou Bunch. Suas palavras estão emolduradas em corredores onde soa o discurso de vitória de Obama, galerias onde brilham as frases de referências norte-americanas como Maya Angelou, James Baldwin e Ida B. Wells e vitrines para as medalhas de ouro de Carl Lewis e uma luva do pugilista Muhammad Ali, ao redor de um pódio com a escultura do atleta John Carlos, punho erguido e cerrado, nos Jogos Olímpicos da Cidade do México 1968.

O museu espera atrair 10.000 pessoas por dia para um percurso que vai das sombras para a luz. Assim que o visitante entra, desce de elevador até o século XV, quando dezenas de navios esperavam em portos da África para levar os escravos à América. Em galerias subterrâneas, praticamente às escuras, a exposição narra o episódio mais doloroso e dilacerador da história do país, que quatro séculos depois chegou a contar com quatro milhões de pessoas escravizadas — 20% de sua população.

No caminho ascendente para o nível do chão veem-se a luta pela liberdade, a emancipação, a segregação e a luta pelos direitos civis. É a história de como os afro-americanos definiram o verdadeiro significado da liberdade, segundo os criadores do museu, em uma exposição que “desafia os visitantes a repensarem a noção de liberdade não como algo que foi concedido aos afro-americanos, com todos os seus privilégios e responsabilidades, mas que teve de ser conquistado.”

A coleção demorou mais de uma década para tomar forma, segundo Bunch, graças a doadores que “não podiam contribuir com dinheiro, mas queriam contribuir com sua experiência”, como aconteceu com o violino de Jesse Burke. O diretor do museu explica que o Governo federal cobriu metade do custo de 540 milhões, o restante veio de doações privadas de personalidades como Oprah Winfrey — que doou 13 milhões de dólares e dá nome ao teatro principal do museu —, Samuel L. Jackson, Kobe Bryant e a fundação familiar de LeBron James. Ao todo, responderam ao chamado “mais de 100.000 doadores que deram de um dólar a vários milhões”, um recorde para a instituição.

Segundo seus criadores, o museu careceu de recursos durante décadas até que, em 2003, o Congresso aprovou a lei que lhe deu luz verde. Sua visão sempre foi a mesma: criar um espaço para recordar a história da comunidade afro-americana e contar “como essa experiência mudou a definição do que é ser norte-americano”, nas palavras de Bunch.

O diretor da instituição, que abrirá suas portas em Washington com celebrações por toda a cidade, reforçou sua importância em um momento “crucial” para a história do país. “O racismo não é algo do passado e este centro ajudará a entendê-lo”, afirmou David Skorton, secretário da Smithsonian Institution, a que pertence o museu. Para Skorton, seus corredores serão um novo espaço de diálogo em uma cidade acostumada à divisão. “Os museus podem tocar e mudar vidas, transformar as pessoas que os visitam”, disse.

UMA COROA IORUBÁ NO NATIONAL MALL

Uma coroa de 3.500 painéis cor de bronze recobre a fachada do museu dedicado à história afro-americana dos Estados Unidos. A forma escalonada do edifício é inspirada em uma cariátide iorubá do século XIX, uma escultura tradicional em madeira elaborada por artistas da região africana da Nigéria e do Benin. Os arquitetos, liderados pela equipe de David Adjaye, escolheram esse detalhe que simboliza a fé e a esperança da comunidade afro-americana ao longo dos séculos.

Mas as três capas de bronze também são uma lembrança das ferragens elaboradas por escravos de Nova Orleans. Por suas aberturas entra a luz natural que ilumina as galerias dedicadas às conquistas dos afro-americanos na cultura, no esporte e nas forças armadas. No exterior, os designers e arquitetos apostaram na água, onipresente na viagem dos escravos obrigados a cruzar o Atlântico, a fortaleza dos carvalhos e a esperança das magnólias que a cada primavera iluminam o pedaço mais visitado da capital dos Estados Unidos.

Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/14/internacional/1473886698_840742.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM

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Estadão – Existe meritocracia em uma sociedade desigual? (artigo)

Existe meritocracia em uma sociedade desigual?

*Fernanda Orsomarzo

 

Ao restaurar o regime político democrático no Brasil, a Constituição Federal de 1988 previu, dentre os objetivos fundamentais da República, a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, bem como a erradicação da pobreza e da marginalização, com a progressiva redução das desigualdades sociais. Nota-se, ainda, a preocupação com a promoção do bem de todos, sem discriminações de qualquer natureza (artigo 3º, incisos I, III e IV).

É notório que o constituinte, ao fazer constar na Lei Maior tais princípios, teve por escopo estabelecê-los como metas a serem atingidas ao longo da caminhada democrática, rompendo com a ideia de uma simples “igualização estática”. Nesse sentido, mais que coibir práticas discriminatórias, deve o Estado implementar e viabilizar iguais oportunidades aos indivíduos, como meio de se corrigir as injustiças oriundas da política de exclusão das minorias promovida desde o processo de colonização do País.

Tal raciocínio é extraído, em parte, a partir do voto do Ministro Marco Aurélio (STF), por ocasião do julgamento da APDF 186, que tratava da constitucionalidade da política de cotas étnico-raciais para a seleção de estudantes da Universidade de Brasília. Naquela oportunidade, o Ministro afirmou que “a meritocracia sem igualdade de pontos de partida é apenas uma forma velada de aristocracia”.

Há pouco mais de uma semana publiquei, em minha página pessoal nas redes sociais, uma reflexão acerca da meritocracia e da diferença de oportunidades entre os indivíduos. Em poucas horas – e para a minha surpresa –, o conteúdo foi compartilhado por milhares de pessoas, levantando polêmicas, críticas, distorções propositais, elogios.

Ao longo da minha vivência como cidadã, e não apenas como magistrada, notei que, para muitos, o esforço pessoal não era suficiente. Faltava algo. Obviamente existem exceções à regra, como o Ministro Joaquim Barbosa, negro e de origem pobre, ou, ainda, o apresentador de televisão Silvio Santos, o qual, antes de se tornar um dos homens mais famosos do Brasil, trabalhou como camelô.

Todavia, pautar nosso raciocínio em “pontos fora da curva”, além de revelar certa dose de desonestidade intelectual, remete-nos à conclusão de que teria faltado força de vontade às pessoas que, nascidas nas mesmas condições do Ministro e do apresentador, não tiveram o mesmo destino. E tal afirmação, sabemos, é esdrúxula.

O cerne de toda a polêmica questão consiste na necessidade do reconhecimento de privilégios. Isso porque, ao falarmos de meritocracia, voltamos nossa atenção exclusivamente ao mérito, deixando de lado a condição de vantagem que alguns grupos de indivíduos têm em relação aos demais.

Nascer branca no seio de uma sociedade racista e de tradição escravocrata é, inequivocamente, um privilégio a ser considerado. Há uma dívida histórica para com o povo negro: foram 354 anos de escravidão oficial. A abolição, teoricamente ocorrida há 130 anos, jamais significou a inclusão social do negro, que sofre até hoje as consequências desse nefasto período da História.

Não há como ignorar os dados. Segundo pesquisa divulgada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo Instituto Ethos, apenas 4,7% dos cargos executivos das 500 maiores empresas brasileiras são ocupados por negros. De acordo com o censo realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no ano de 2014, 1,4% dos juízes brasileiros são negros. Por fim, conforme aponta o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), que traz dados de dezembro de 2014, 61,6% da população carcerária o Brasil é composta por pretos e pardos.

A ideia que pretendo passar é bem resumida por Talib Kweli: “nenhuma pessoa branca que vive hoje é responsável pela escravidão. Mas todos brancos vivos hoje colhem os benefícios dela, assim como todos os negros que vivem hoje têm cicatrizes dela”.

A conscientização dos privilégios advindos da branquitude é o primeiro passo para que reconheçamos a importância das ações afirmativas como meio de inclusão social e econômica de um povo cujas reivindicações são sistematicamente ignoradas pela sociedade e pelo Estado. E aqui não tratamos de dinheiro (negros pobres x negros ricos). Tratamos de representatividade.

A invisibilidade é fatalmente corroborada pela constatação de que tudo o que falo aqui é diariamente repetido e denunciado pelo movimento negro por meio de diversos grupos, dentre os quais podem ser citados o Unegro, Uneafro, Educafro e Negrex. Porém, enquanto eu, branca, fui ouvida ao tratar do assunto, negros são absolutamente silenciados e ignorados.

Em relação às cotas sociais, direcionadas a pessoas de baixa renda, o raciocínio é similar. Ao me tornar juíza de direito, foi inevitável não encarar e questionar a realidade social que ultrapassa as barreiras físicas do meu gabinete.

Vi meninos e meninas que andam descalços e trabalham duro na roça, desde cedo, a fim de auxiliar a renda familiar. Conheci um garoto de 12 anos com dentes podres e analfabeto. Tive contato com crianças que sequer sabem o que é um computador. Descobri que uma menina de 14 anos nunca havia comemorado seu aniversário. Conheci crianças que frequentavam a escola tão somente em razão da merenda.

E, olhando de fora a tragédia social que me cerca, comparando minha história à vida dessas pessoas, eu reafirmo: não é justo. Não é justo que entrem, em iguais condições, nessa insana competição por um lugar ao sol. Não é justo acreditar que podem ser guiadas pela fé, apenas; há que existir algo mais palpável. Não é justo jogar em seus ombros todo o peso da ausência de políticas estatais.

Apontar a responsabilidade do Estado na vida dessas pessoas, exigindo sua atuação efetiva, não se trata de mero discurso ideológico ou, ainda, de “coitadismo”. Trata-se da correta interpretação do texto constitucional e do sistema internacional de proteção dos direitos humanos, do qual o Brasil é signatário.

O mérito, assim, deve ser medido a partir da igualdade de oportunidades. Ao ser comparada com alguém que teve iguais condições a mim, tenho, sim, mérito. Do contrário, tenho privilégio, o que de maneira alguma anula minha luta e esforço para chegar onde cheguei.

A todos, sem distinção, é possível a conquista de seus objetivos. Contudo, é ingênuo acreditar que a vontade, apenas, pode materializar sonhos. É preciso mais. E a observância à Constituição Federal, o contato com a realidade social que nos cerca e um toque de empatia são os primeiros passos na direção da justiça e da igualdade. O resto, aí sim, fica com o indivíduo.

*Fernanda Orsomarzo é Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Paraná. Pós-graduada em Direito Processual Penal. Pós-graduanda em Filosofia e Direitos Humanos pela PUC-PR. Membro da Associação Juízes para a Democracia (AJD).

Fonte: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/existe-meritocracia-em-uma-sociedade-desigual/

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UOL – Se fui capaz de estudar na UnB, todos são, diz formando indígena

Se fui capaz de estudar na UnB, todos são, diz formando indígena

 

Jéssica Nascimento

Colaboração para o UOL, em Brasília

24/08/201606h00

Arquivo pessoal
  • Constant é o 1º indígena a se tornar antropólogo pela UnB

    Constant é o 1º indígena a se tornar antropólogo pela UnB

É com alegria e ansiedade que o indígena Jósimo da Costa Constant, 27, aguarda a tão sonhada colação de grau, prevista para ocorrer no dia 14 de setembro. O jovem da etnia Poianaua acaba de concluir o curso de antropologia na UnB (Universidade de Brasília).

“Se fui capaz e estou estudando em uma das melhores instituições do país, todos são capazes de estudar, se formar e ser doutores, quebrar barreiras e, principalmente, o preconceito”, diz.

A comemoração de Constant ainda vem em dose dupla. Além de ele ser o 1º indígena a se tornar antropólogo pela instituição, ele foi selecionado para o mestrado em direitos humanos e cidadania da UnB. A aprovação veio antes mesmo da conclusão do curso.

“A UnB representa muito na minha vida. Cheguei aqui sem conhecer nada de políticas brasileiras, sem conhecer nada sobre políticas indigenistas. Eu era tímido e ficava calado com muita coisa. Mas agora sou outro Jósimo. Eu falo, discuto e sou mais um representante das classes julgadas atrasadas que veio fazer história”, destaca.

Vida de vestibulando

Constant foi aprovado no vestibular em agosto de 2012 com a ajuda do sistema de cotas da universidade. A preparação do jovem foi toda em sua casa, estudando com livros e pela internet. A rotina, segundo ele, era de cinco horas diárias de dedicação.

O dia em que viu o nome na lista dos aprovados da UnB no vestibular de 2012 foi inesquecível. “Quase chorei de tanta alegria. Ali pensei comigo mesmo, agora é minha vez”. Para se ter uma ideia, nos últimos dez anos, a UnB formou 24 indígenas.

A escolha pelo curso de antropologia veio com o desejo de desenvolver estudos sobre a cultura do povo indígena, uma área que ele nunca havia ouvido falar.

“Pretendo trabalhar em projetos que ajudem os povos indígenas, também divulgar a cultura dos Poianaua de que sou membro”, diz.

Arquivo pessoal

Formando apresenta trabalho na universidade

Inspiração

A paixão pelos estudos veio de família. O pai de Constant era professor em uma escola local e teve a oportunidade de cursar o ensino superior na Ufac (Universidade Federal do Acre).

Determinado a seguir caminhos parecidos, o jovem deixou sua aldeia e foi para a cidade de Mâncio Lima para terminar o ensino fundamental e médio – sua aldeia só oferecia educação até o quinto ano do ensino fundamental.

“Sempre tive uma rotina centrada nos estudos, mesmo sendo índio, sendo um Poianaua”, conta.

Como conselho aos que desejam estudar e ainda não foi possível, ele ressalta: não tenham medo de investir em seus sonhos.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/08/24/se-fui-capaz-de-estudar-na-unb-todos-sao-diz-formando-indigena.htm

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Lançado canal do IDII no YouTube

Está disponível no site internacional de vídeos YouTube o canal do IDII: https://www.youtube.com/channel/UCJRhUCplhl-hn-PqKvI3M7w.

Nele estarão disponíveis vídeos históricos sobre os movimentos abolicionistas brasileiros e a trajetória das mulheres e dos homens que deram sua vida por esses ideais.

O vídeo do traslado para o Brasil dos restos mortais da Redentora, em julho de 1953, já está on-line.

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170 anos da Redentora – Evento no Museu Imperial, em Petrópolis

Realizou-se em 29 de julho de 2016 a sessão conjunta do Museu Imperial e do Instituto Histórico de Petrópolis (IHP), em homenagem aos 170 anos de nascimento de D. Isabel, conforme o convite abaixo.

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Após o evento, os palestrantes e o diretor do Museu posaram para a foto, abaixo.

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Bruno A. de Cerqueira, Mauricio Vicente Ferreira, Robert Daibert e Fátima Argon (Acervo Digital IHP).

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170 anos da Redentora – Missa na Catedral de Petrópolis

Conforme o convite enviado aos associados e amigos do IDII (abaixo), realizou-se no domingo, 31 de julho de 2016, a ação de graças pelos 170 anos de Dona Isabel na Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis (RJ).

Convite Missa 170 anos

Após a Eucaristia, celebrada por Dom Roque Costa Souza, e cocelebrada pelo Pároco, Pe. Adenilson Ferreira, os clérigos incensaram o Mausoléu Imperial da Catedral — em especial o túmulo da Redentora —, e a Presidente do Instituto Histórico de Petrópolis (IHP), Profª. Maria de Fátima Moraes Argon da Matta, leu a carta apostólica de S.S. Leão XIII, quando este enviou à Princesa Imperial Regente a Rosa de Ouro, em 28 de setembro de 1888.

Fotos do IHP.

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IDII relança seu programa de turismo MemoRio

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O Instituto relança hoje, por ocasião da abertura dos XXXI Jogos Olímpicos, sediados no Rio de Janeiro, seu programa de turismo histórico-cultural MemoRio, em parceria com a agência Milessis.

O site já está novamente no ar e os roteiros disponíveis para contratação: www.memorio.com.br.

 

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