Funai recebe livro sobre a descendência de Catarina Paraguassú

O Gestor do IDII, Bruno Antunes de Cerqueira, entregou hoje, oficialmente, à Coordenadora de Gestão Documental e Divulgação Institucional da Fundação Nacional do Índio, Karla Bento de Carvalho, o exemplar do livro Brasões de Armas – Raízes e vínculos além-mar, da lavra do engenheiro niteroiense Christóvão de Ávila Pires Júnior.

A obra foi lançada no Museu Histórico Nacional, em 12 de novembro de 2014, e o autor, cioso das origens indígenas da Casa da Torre, à qual este blog já aludiu algumas vezes, fez uma dedicatória tocante para a Funai.

A obra tem especial interesse para historiadores, genealogistas, heraldistas, clérigos, pesquisadores, professores, estudantes, indigenistas, produtores, e todos os que tenham interesse no Brasil, sua História e sua Cultura, em todo o país e nos mais de vinte e cinco outros envolvidos. O acervo de originais dos brasões de armas pertencente a Christóvão de Avila, Presidente do Centro Cultural e de Pesquisas da Casa da Torre, foi doado ao Museu Histórico Nacional, no dia do lançamento do livro.

Dona Catarina Paraguassú, a esposa de Diogo Álvares (o Caramuru), é considerada uma princesa tupinambá por seus descendentes, da mesma forma que Dona Maria do Espírito Santo Arcoverde, a esposa de Jerônimo de Albuquerque (o Adão Pernambucano), é considerada uma princesa tabajara por descendentes e cronistas. Trata-se de uma memória genealógica que confirma e reafirma a identidade étnica dos brasileiros enquanto ameríndiodescendentes.

A foto que segue é de Eduardo Maia, servidor da Coordenação-Geral de Gestão Estratégica da Funai.

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