UERJ – Coletivo Palmares e COART comemoram os 125 anos da Abolição

 

UERJ COMEMORA 125 ANOS DE ABOLIÇÃO

28/04/2013 – 13:05h – Atualizado em 28/04/2013 – 13:05h

» Ascom da Uerj

Durante dois dias de evento, serão lembradas a cultura negra e suas influências no cotidiano brasileiro

 

A COART e o Coletivo Palmares comemoram nos dias 13 e 14 de maio os 125 anos de Abolição da Escravatura. Durante os dois dias de evento, serão lembradas a cultura negra e suas influências presentes até hoje no cotidiano brasileiro. Para isso, oficinas e palestras serão oferecidas ao público, interno e externo da faculdade, gratuitamente, a partir das 14h no Centro Cultural da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Através da Lei Áurea, promulgada no dia 13 de maio de 1888, os negros no Brasil tiveram direito à liberdade. Completando, desde então, 125 anos em 2013, seu povo e sua cultura serão resgatados nesse evento. A primeira oficina a ser oferecida é a Oficina de Jongo com Messias Freitas, às 14h do dia 13, que tem como objetivo apresentar a dança, música e ritmo como manifestação cultural dos negros africanos e afro-brasileiros escravizados no Brasil. A Oficina de Contação de História com o Coletivo Palmares, em que será abordado, de forma lúdica, a diáspora africana no Brasil e o contato do negro com o povo de origem (índio) do território brasileiro.

Às 18h do mesmo dia, acontece a primeira mesa debate, com o tema “Educação, Racismo e ações Afirmativas”. Serão discutidos os (des)caminhos da educação no combate ao racismo e o debate sobre a importância das ações político-alternativas compensatórias no Brasil. Participarão a professora Stela Guedes, o professor Renato Emerson e o educador Jorge Conceição. Para encerar o primeiro dia de atividades, uma Roda de Jango será formada às 20h.

Iniciando o último dia do evento, a Oficina de Graffiti com Rodrigo Blancotem como objetivo evidenciar aos participantes o significado dessa manifestação artística em espaços públicos. A Contação de história neste dia será mediada pela Mãe Torody, uma das articuladoras para criação e implantação da Lei 10.639, a partir da apresentação do vídeo “Navio Negreiro” que aborda o legado cultural da diáspora africana no Brasil.

Às 18h inicia-se a mesa de debate com o tema “Arte e Cultura de Rua”, acerca da arte e da cultura de rua, através do resgate da influência dos saberes dos negros na conformação da cultura popular brasileira. Visa, também, debater a importância das manifestações culturais afro-brasileiras como instrumentos de luta e resistência. Os professores Denílson Araújo, Marcelo Coqueiro e Aureanice de Mello Corrêa são os convidados. O evento encerra com uma roda de capoeira Angola, às 20h.

Fonte: http://www.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo;jsessionid=4325366147728BE82150945B765BB0C6.lportal2?p_p_id=exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ&p_p_lifecycle=0&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_struts_action=%2Fext%2Fexibeconteudo%2Frss&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_groupId=103138&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_articleId=1551936

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