IDII celebra a Redenção do Brasil e o Dia das Mães no 13 de Maio de 2012

O Instituto comemorou hoje o 124º aniversário da Lei Áurea na estátua da Redentora, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro.

O convite enviado nas semanas anteriores tinha o seguinte teor:

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A Presidente do Instituto Cultural D. Isabel I a Redentora,
Laila Vils,
tem o prazer de convidar para a homenagem floral a D. Isabel I.
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13 de Maio de 2012 – 10h
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Monumento à Redentora
Avenida Princesa Isabel, s/nº – Leme
Rio de Janeiro – RJ
 
 
***
 
 
Resumo
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Anualmente o Instituto celebra o 13 DE MAIO DE 1888
─ dia da Redenção da História do Brasil ─, no Rio de Janeiro e em outras capitais estaduais.
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Em 2012 a data histórica brasileira coincide com a celebração familiar
do DIA DAS MÃES. Sendo D. Isabel I a imperatriz exilada
do Brasil (1891-1921) e uma das figuras mais maternais de todo
nosso percurso enquanto Nação, nada mais justo do que homenageá-la,
em seu monumento, no charmoso bairro carioca do Leme.
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Todos os sócios e amigos do IDII que se encontrem na Cidade Maravilhosa
nessa ocasião estão especialmente convidados a aderir a este singelo preito.

 

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Compareceram ao evento, comandado pela Presidente Laila Vils, os Conselheiros Maria Cecília Pires de Carvalho e Abuquerque Penna, Romeu Francisco CostaThyago Mathias.

Entre os convidados do IDII destacavam-se Marilda Sá da Silva, diretora do jornal Mulheres em Ação, Maria Augusta Paula, turismóloga ligada à Marinha do Brasil, Elisa Maria Castell-Branco Reynolds, historiadora doutoranda em Economia no King´s College de Londres, Paulo Roberto dos Santos (Paulão), presidente do Conselho Estadual dos Direitos de Negro (CEDINE-RJ), Charles van Kombeeck Jr., procurador de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Tarcisio Collyer, diretor do movimento monarquista do Rio de Janeiro e o Seminarista Marcos Paulo Ramos, da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Discursaram Laila Vils, Maria Cecilia Penna, Marilda Sá, Thyago Mathias e Tarcisio Collyer. Eles enalteceram Dona Isabel, mas também todos os abolicionistas e, sobretudo, os africanos transportados para o Brasil, que deram seu sangue por nossa grandeza, em quase 4 séculos de cativeiro.

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