Reinaugurado monumento à Redentora na Av.Treze de Maio, no Rio

Foi reinaugurado hoje, no Centro do Rio, na Avenida Treze de Maio, o monumento à Lei Áurea, que traz a efígie de D. Isabel e a réplica em metal da Lei nº. 3353, de 13 de Maio de 1888. O Secretário Municipal de Conservação do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, comandou o evento.

Conforme o IDII sempre reforça e rememora, muito mais do que abolir o tétrico e decadente sistema patriarcal-escravista que vigeu durante quase 4 séculos no Brasil, o diploma legal de 1888 trazia em si a perspectiva de um Brasil finalmente remido de suas trágicas injustiças sociais. Constituía, de fato, dada a força do Movimento Abolicionista e a simpatia que exercia no povo brasileiro, a maior esperança de equiparação social entre brancos, negros, mulatos, enfim BRASILEIROS.

A carga absurdamente reformista de que eram dotados os discursos dos líderes abolicionistas era encarada como revolucionária por grande parte dos setores dirigentes do Império do Brasil. Contra o pendão social — ainda que não socialista — do Abolicionismo se voltaram muitos latifundiários brasileiros, de norte a sul, aderindo ao republicanismo do “14 de Maio”.

Tal foi a tristeza e a decepção de André Rebouças e Joaquim Nabuco com a República de 1889 e o aborto do III Reinado que o primeiro embarcou rumo ao exílio dos príncipes e declarou: “Acabou-se a Civilização Brasileira”…

As fotos abaixo são do evento a que compareceram a Presidente Laila Vils, a Conselheira Maria Cecília Penna, o Vice-Presidente Bruno Hellmuth e outros amigos do IDII, como Marilda Sá da Silva, presidente da FAMEBRAS, Paulo dos Santos (Paulão), presidente do CEDINE e assessor da Secretaria de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro, e Carlos Valério Aguiar, presidente do IAGRO-ERJ.

A capoeira do Mestre Camurça e os músicos do Cordão do Bola-Preta tornaram o evento mágico, verdadeiramente.

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