Convite – “Mulheres Chefes de Estado do Brasil: uma abordagem histórica” em Brasília (14.03.2012)


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A Presidente da Associação Nacional dos Procuradores da Previdência Social,

Meire Lucia Gomes Monteiro Mota Coelho

 

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a Presidente do Instituto Cultural D. Isabel I a Redentora,

Laila Vils,

 

tem o prazer de convidar para a palestra

“Mulheres Chefes de Estado do Brasil: uma abordagem histórica”,

a ser proferida pelo historiador Bruno de Cerqueira,

em 14 de Março de 2012, às 18h30min,

na Associação Nacional dos Procuradores da Previdência Social (ANPPREV).

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SAS Quadra 06, Bloco K – Ed. Belvedere

BRASÍLIA – DF

 

 

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Palestra
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Em Primeiro de Janeiro de 2011, data marcada por diversos e profundos simbolismos, tomou posse em Brasília a primeira presidenta da República.

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Nos meses eleitorais imediatamente anteriores, repetiu-se a esmo que se tratava da primeira mulher a comandar os destinos da Nação brasileira. Um ou outro jornalista atentou para o fato de que as informações veiculadas constituíam um erro histórico. Nessa palestra abordaremos a biografia das três mulheres que antecederam Dilma Rousseff na chefia do Estado Brasileiro: a rainha portuguesa D. Maria I, que nominalmente foi aclamada soberana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves meses antes de falecer, em 1816, no Rio de Janeiro; a Arquiduquesa Leopoldine da Áustria, sagrada imperatriz do Brasil em 1822, juntamente com D. Pedro I, e que foi uma das artífices de nossa Independência nacional; a grande representante, na História do Brasil, do outrora chamado “sexo frágil”, D. Isabel, que governou o Brasil durante quase quatro anos, enquanto Regente do Império. Ela remiu o país da secular escravidão, obteve aclamações e júbilos populares, mas foi vítima de golpes, traições e  banimento. Planejou um III Reinado baseado na justiça e na fraternidade, como lembra a historiadora Mary Del Priore, mas foi impedida de reinar por ser mulher. Viveu como imperatriz exilada do Brasil na França durante mais de trinta anos, até morrer, em 1921.

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Perscrutar o que o legado dessas personagens representa para a atual Presidenta da República e tantas mulheres que tem ocupado os mais altos postos da Administração Pública, em sua devoção ao bem-comum, é uma das tarefas a que se propõe a explanação.

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Palestrante
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Bruno de Cerqueira, um estudioso de filologia, etimologia, monarcologia e eclesiologia,  graduou-se em História na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2004). Entre 2008 e 2009, cursou a pós-graduação de Relações Internacionais na Universidade Cândido Mendes e atualmente é bacharelando em Direito na PUC-Rio.

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Em 2001, idealizou com o Prof. Otto de Alencar de Sá-Pereira o Instituto Cultural D. Isabel I a Redentora (www.idisabel.org.br) ─ comumente chamado de IDII ─, fundado em 13 de Maio de 2001, na histórica igreja da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos do Rio de Janeiro.

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Especialista em genealogia dinástica, foi diretor de publicações do Colégio Brasileiro de Genealogia (www.cbg.org.br) de 2005 a 2007.

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Assessorou a Chefia para Assuntos de Cerimonial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) de 2004 a 2008, estabelecendo em 2009 o Programa de Relações Públicas e Internacionais, Cerimonial e Protocolo do IDII (www.protokollon.com.br) e o Curso de Extensão Desiderius Erasmus.

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É organizador do livro D. Isabel I a Redentora, textos e documentos sobre a Imperatriz exilada do Brasil em seus 160 anos de nascimento (IDII, Rio de Janeiro, 2006) e autor de Descendência de D. Pedro IV, Rei de Portugal e I Imperador do Brasil, in História Genealógica da Casa Real Portuguesa. vol. XV (QuidNovi e Academia Portuguesa da História, Lisboa, 2008), tendo, ainda, artigos publicados em periódicos de História, Genealogia, Relações Internacionais.

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Em 2011 coordenou os trabalhos técnicos da Comissão Especial de Patrimônio Cultural da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, presidida pela Vereadora Sonia Rabello, Líder do PV e antiga Procuradora-Geral do Município do Rio de Janeiro.

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Aprovado em concurso público para o cargo de indigenista especializado, tomou posse em janeiro de 2012 na Fundação Nacional do Índio (FUNAI-MJ), em Brasília.
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APOIO CULTURAL

 

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